Com tanta gente se dando bem em nosos país, especialmente nos negócios, onde se situam a indústria, agronegócio, as tecnofaturas, dentre outras definições do mesmo tom, há quem se deixe levar pelo lado escuro da mídia, ou das centelhas ofuscantes do comodismo provocado pelo sistema: o povão.
Com o status de grande massa o povão se cala e não entende nem sequer o que seja o Brasil, ou a soberania, o território e o povo, as bases da existência moral, ética e física da nação.
E num horizonte de tanta canalhice, de corrupção temos os grilheiros, inspiradores de uma verdadeira saga de conquista do noroeste brasileiro. É lá que o Brasil do esquecimento, das memórias passadas se consome com a ação de bandidos que se valem da lei brasileira para trapacear o que é da nação e não de uma só nação.
Os grileiros estão presentes hoje como os bandeirantes no passado, só que numa época distinta da história, ou não é isso? Como pode uma pessoa se apossar de teritórios maiores que o Estado de Sergipe? Quais as justificativas?
A Jus brasileira deve desconhecer tais fatos, ou não?
Leis brasilienses
Para aqueles que entendem que as Leis ajudam a construir e, também, destruir o que as pessoas tem mais de sagrado: a vida
domingo, 4 de março de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Choros e lamentos...
Inicio minhas humildes publicações no cenário desse simples blog com um assunto polêmico, que retrata os mais bizarros aceios da população carente por cultura, por educação, saúde, entretenumento, segurança e plena cidadania: o jeitinho brasileiro: entre choros e lamentos. Para isso, posso elencar coisas, as quais:
1 voto = um favor, um emprego, uma consulta, um prato de comida, um riso, um abraço, um contrato, e mil ou infinitas razões...
1 pessoa = talento, inveja, coincidências, artimanhas, oportunidade, carência, infinitas situações...
E agora? Como entender a matemática dos fatores, das combinações que incidem nas questões mais íntimas e externas aos olhares das pessoas, da gente.
O poder de voto, de exercer a democracia nunca se comparará a escolha romântica de nossos representantes, com se estes fossem realmente compromissados em nos valer. E as velhas formas de poder sustentam o mecanismo das escravidões modernas onde os mais fracos ou estão do lado dos poderosos ou ateiam fogo em si mesmo.
Triste realidade brasileira!
Combinado com o marketing político + e das organizações privadas + mídia
1 voto = um favor, um emprego, uma consulta, um prato de comida, um riso, um abraço, um contrato, e mil ou infinitas razões...
1 pessoa = talento, inveja, coincidências, artimanhas, oportunidade, carência, infinitas situações...
E agora? Como entender a matemática dos fatores, das combinações que incidem nas questões mais íntimas e externas aos olhares das pessoas, da gente.
O poder de voto, de exercer a democracia nunca se comparará a escolha romântica de nossos representantes, com se estes fossem realmente compromissados em nos valer. E as velhas formas de poder sustentam o mecanismo das escravidões modernas onde os mais fracos ou estão do lado dos poderosos ou ateiam fogo em si mesmo.
Triste realidade brasileira!
Combinado com o marketing político + e das organizações privadas + mídia
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